Democratizando o acesso à dança
Formação integral para talentos
Fortalecendo a cena artística local
Conhecimento e inclusão cultural

Fundada em 1992, a Allegro Centro de Arte e Cultura nasceu do sonho de democratizar o acesso à dança em Goiânia. O que começou como uma pequena escola de ballet clássico, cresceu e se transformou em um verdadeiro polo cultural.
Ao longo de três décadas, formamos centenas de bailarinos, oferecemos milhares de horas de oficinas gratuitas e nos tornamos referência em educação artística e responsabilidade social em Goiás.
Cuidado e acolhimento familiar em cada aula
33 anos de excelência e inovação pedagógica
Disciplina, arte e valores humanos
Fortalecendo a cultura em Goiás

Fundadora e proprietária da Allegro, ela é professora e diretora.

Professora de balé clássico e também psicóloga. Ela é diplomada pela Royal Academy of Dance.

Professora de jazz e dança contemporânea. Ela é graduada em Educação Física pela UEG e mestre em Artes da Cena pela UFG.

Professora de jazz para adultos e crianças há mais de 20 anos.

Aluna da Allegro desde os 4 anos de idade, agora é professora de balé

Professora de jazz adulto há mais de 13 anos, formada em Educação.

Aluna da Allegro desde 2001, agora é professora de balé clássico.
Iniciante
Iniciante

Agende uma aula experimental gratuita e viva a experiência Allegro. Nosso método pedagógico une técnica, criatividade e muito carinho.





(62) 98168-3526
Seg-Sex: 8h às 20h
O objetivo central do grupo é a produção de peças teatrais para as infâncias e que resgatem valores humanos, educativos e sociais, valorizando o profissionalismo nas artes cênicas e contribuindo para o enriquecimento do cenário cultural em Goiás.
O nome foi oficializado quando decidiram realizar o primeiro evento próprio, marcando o início do coletivo. Desde então, o Pequi House segue promovendo trocas, aprendizado e vivências em torno da cultura House, com gratidão a todos que participam e mantêm o movimento vivo.





A palestra “Descomplicando a Escrita de Projetos”, ministrada por Rousejanny Ferreira, teve como foco principal orientar artistas, produtores e gestores culturais sobre o processo de elaboração e inscrição de projetos em editais públicos. A palestrante compartilhou um panorama completo sobre como estruturar uma proposta cultural de maneira clara, coerente e atrativa, destacando os principais critérios avaliados pelas comissões de seleção e as etapas que compõem o processo de aprovação.
Ao longo da fala, foram apresentadas dicas práticas sobre como interpretar corretamente os editais, preencher os campos obrigatórios sem deixar lacunas importantes e, sobretudo, como transmitir a relevância social, artística e cultural de cada proposta. Também foram discutidas estratégias para planejar o uso da verba de forma responsável e eficiente, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de maneira otimizada, transparente e com impacto real na comunidade.
A palestra proporcionou aos participantes uma visão mais acessível e desmistificada sobre o universo dos editais, encorajando a profissionalização da escrita de projetos culturais e o fortalecimento de iniciativas artísticas locais. Ao final, os presentes saíram com ferramentas valiosas para transformar ideias criativas em projetos sólidos, sustentáveis e capazes de conquistar o apoio necessário para sua realização.







A palestra “Gestão de espaços culturais”, ministrada por Sandro Borelli e Rosário Fernandes, abordou temas fundamentais sobre o que define um centro cultural e como estruturá-lo de forma sólida, inclusiva e conectada às demandas sociais contemporâneas. Os palestrantes compartilharam sua experiência na área, trazendo uma visão realista e inspiradora sobre os desafios e as responsabilidades que envolvem a gestão de um espaço cultural.
Durante a fala, foi destacado as diferenças essenciais entre uma escola de dança tradicional e um centro de arte e cultura, enfatizando que este último vai além da formação técnica: é um espaço de convivência, troca e representatividade. Foram discutidas estratégias de administração, captação de recursos, uso de programas e incentivos governamentais, além de reflexões sobre o papel social que um centro cultural deve assumir em sua comunidade.
Um dos pontos mais marcantes da palestra foi o incentivo à diversidade e à acessibilidade. Os palestrantes ressaltaram a importância de abrir as portas da arte para todos os públicos — pessoas de diferentes realidades, culturas e etnias —, reforçando que um centro cultural deve ser um reflexo da pluralidade da sociedade. Ele também destacou que o fortalecimento da identidade cultural passa por essa abertura e pela superação de barreiras históricas, como a ideia de que a arte se restringe a determinados estilos ou grupos sociais.
As reflexões apresentadas contribuíram diretamente para a construção de uma nova visão institucional — mais inclusiva, consciente e alinhada com políticas públicas de cultura. Foi um dos momentos mais significativos do evento, despertando debates profundos sobre propósito, gestão e o verdadeiro papel transformador da arte.





A palestra "O uso da multimídia em cenários virtuais para as artes cênicas", ministrada por Paulinho Pessoa, abordou o impacto da tecnologia e da criatividade na construção de experiências artísticas contemporâneas.
A palestra teve como propósito explorar as múltiplas possibilidades criativas e técnicas que surgem a partir do uso da multimídia como elemento cênico, especialmente em contextos virtuais e híbridos. A proposta foi instigar artistas, professores e criadores a repensarem os limites entre o corpo, o espaço e a tecnologia, apresentando a multimídia não apenas como ferramenta de apoio, mas como um verdadeiro agente poético na construção da cena contemporânea.
Durante a exposição, foram discutidas novas formas de expressão artística que emergem da convergência entre performance, vídeo, som e projeção, ampliando o conceito de presença e interação no ambiente digital. A palestra também destacou o papel da tecnologia na criação de atmosferas sensoriais e narrativas imersivas, capazes de expandir o campo da percepção e transformar a experiência estética do público.
Além do viés técnico, o encontro provocou reflexões sobre a relação entre arte e virtualidade, questionando como o uso da multimídia pode preservar a essência do gesto humano em meio à digitalização da cena. Foram apresentados exemplos e práticas que ilustram como a integração entre corpo e tecnologia pode gerar novas linguagens cênicas e novas formas de diálogo entre artista e espectador.
Mais do que uma abordagem técnica, a palestra representou uma celebração da criatividade contemporânea — um convite para enxergar a arte como território em constante reinvenção, onde o palco físico e o espaço digital coexistem, se misturam e se completam.




A palestra “Formação em Dança Hoje”, ministrada por Valéria Figueiredo, apresentou um panorama inspirador sobre o curso superior de Dança da Universidade Federal de Goiás (UFG), suas possibilidades formativas e os caminhos profissionais que se abrem a partir da formação acadêmica na área.
Durante sua fala, a palestrante compartilhou informações detalhadas sobre a estrutura curricular do curso, as diferentes áreas de atuação que ele abrange e as oportunidades oferecidas aos estudantes — desde o campo artístico e pedagógico até a pesquisa e a produção cultural. Foram discutidas as formas de ingresso na universidade, os projetos de extensão e as iniciativas que fortalecem o vínculo entre a formação acadêmica e o mercado de trabalho.
Valéria também destacou o crescimento constante da procura pelo curso, refletindo um movimento maior de valorização da dança enquanto campo de conhecimento, profissão e expressão social. A palestrante ressaltou como a UFG vem aprimorando, a cada ano, suas condições de ensino, pesquisa e prática artística, ampliando o alcance e a qualidade da formação em dança no Brasil.
Mais do que apresentar um curso, a palestra convidou o público a refletir sobre o papel da formação superior na construção de uma carreira sólida e consciente, mostrando como a universidade pode ser um ponto de partida para inúmeras possibilidades — seja na sala de aula, nos palcos, nas produções independentes ou na gestão de projetos culturais.